sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Os anos de Chumbo

   Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
   A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale lembrar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.


   Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista.
Seis dias depois, em 19 de março, os conservadores organizam uma manifestação contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que reuniu milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo.
   O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 (AI-1). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.

Fonte:http://www.suapesquisa.com/ditadura/

Reações ao golpe

Atendendo ao pedido do coronel Viana Moog, Comandante da polícia do Exército, policiais do DOPS dirigiram-se, as primeiras horas de ontem, à residência do Tenente Coronel Joaquim Ignácio Cardoso (demitido pelo Golpe de 1º de abril) a fim de levá-lo preso. Não esperavam, contudo, a resistência do pai do oficial, Marechal Felicíssimo Cardoso, que energicamente, não permitiu a entrada dos policiais no apartamento 202 da Rua Conselheiro Lafayette 95. O General Mourão Filho, do STM, amigo pessoal do Marechal, intercedeu para impedir a prisão do Coronel Joaquim Ignácio pelo DOPS e fez saber que ele “não iria para a polícia de maneira alguma”. Os policiais, ao fim de 10 horas e 30 minutos de espera, foram obrigados a desistir, retirando-se do local.

Fonte:http://felicissimocardoso.blogspot.com/2009/10/reacao-ao-golpe-de-1964-comecou-no.html
O AI-5

O AI-5 (Ato Institucional número 5) foi  o quinto decreto emitido pelo governo militar brasileiro (1964-1985). É considerado o mais duro golpe na democracia e deu poderes quase absolutos ao regime militar. Redigido pelo ministro da Justiça Luís Antônio da Gama e Silva,  o AI-5 entrou em vigor em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do então presidente  Artur da Costa e Silva.

Determinações mais importantes do Ato Institucional Número 5:
- Concedia poder ao Presidente da República para dar recesso a Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas (estaduais) e Câmara de vereadores (Municipais). No período de recesso, o poder executivo federal assumiria as funções destes poderes legislativos;
- Concedia poder ao Presidente da República para intervir nos estados e municípios, sem respeitar as limitações constitucionais;
- Concedia poder ao Presidente da República para suspender os direitos políticos, pelo período de 10 anos, de qualquer cidadão brasileiro;
- Concedia poder ao Presidente da República para cassar mandatos de deputados federais, estaduais e vereadores;
- Proibia manifestações populares de caráter político;
- Suspendia o direito de habeas corpus (em casos de crime político, crimes contra ordem econômica, segurança nacional e economia popular).
- Impunha a censura prévia para jornais, revistas, livros, peças de teatro e músicas.

Fonte:http://www.suapesquisa.com/ditadura/ai-5.htm

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dimitri Ivanovich Mendeleev

Dimitri Mendeleev foi um químico russo muito famoso. É considerado pela comunidade científica um dos maiores gênios da química. Mendeleev nasceu em Tobolsk, na Sibéria, em 1834, era filho caçula de uma família de 17 irmãos. Doutorou-se na Universidade de São Petersburgo, onde começou a lecionar em 1866.
O trabalho desenvolvido por Mendeleev foi surpreendente, pois suas pesquisas foram desenvolvidas em uma época em que muitos elementos naturais eram desconhecidos como, por exemplo, os gases nobres. Não se conhecia a estrutura atômica e os números atômicos que são utilizados na organização dos elementos da tabela atual. Somente em 1913 Henry G. L. Mosely estabeleceu o conceito de número atômico; porém essa descoberta não provocou grandes alterações na classificação dos elementos feita por Mendeleev, apenas alguns rearranjos.
Utilização de alguns elementos químicos:

Cobre: Cu  Z=29  A=63,4

O cobre é um dos metais menos abundantes na crosta terrestre, sendo que em muitos casos, é encontrado combinado com o ferro, o carbono e o oxigênio, situando-se na tabela periódica, entre os metais de transição, cuja familiaridade no mercado da construção civil deve-se ao fato de que sempre foi uma matéria-prima tradicional para tubulações em edificações de todo o tipo.
Algums locais em que são utilizados o cobre:
Instalações de água, gás e calefação;
Transportes e comunicação;
Tecnologia aeroespacial.

Cálcio: Ca  Z=26  A=40,1

Na indústria o cálcio é largamente utilizado em:
Desoxigenizadores;
Dessulfurizadores;
Descarbonizadores.

Ferro: Fe  Z=26  A=55,8

O ferro é uma substância incrívelmente útil por vários motivos:
É extremamente resistente;
Supurta grande quantidade de calor;
É relativamente fácil de dobrar utilizando ferramentas simples.

Mercúrio: Hg  Z=80  A=201

É um metal prateado que na temperatura normal, é um líquido e é inodoro:
É utilizado em:
Termômetros;
Barômetros;
Lampadas.

Ouro: Au  Z=79  A=197

É um metal de transição brilhante, amarelo, pesado, maleável e dúctil.
è utilizado em:
Comunicações, naves espaciais, motores de reação na aviação, e em diversos outros produtos.
É empregado para o recobrimento de materiais biológicos, permitindo a visualização através do microscópio eletrônico de varredura.
Como a prata, o ouro pode formar amálgamas com o mercúrio que, algumas vezes, é empregado em obturações dentárias.

Subníveis de energia:

Com o advento de novas descobertas na área da mecânica quântica entre os séculos XIX e XX, o modelo de Rutheford-Bohr, consolidado em 1913, o qual se aplicava muito bem aos átomos com um só elétron, não foi capaz de explicar fenômenos envolvendo átomos com mais elétrons, por isso surgiu a necessidade de aperfeiçoar o modelo, segundo as observações experimentais, resultando no conceito de subníveis atômicos ou subníveis de energia.

Nos experimentos com espectroscopia com a difração da luz emitida pela transição eletrônica dos átomos, foi possível observar que havia uma raia de diferentes comprimentos de onda emitidos, dentro de uma mesma estreita faixa, de um mesmo nível de energia. Foi então que, em 1919, o físico inglês Arnold Sommerfeld (1868-1951) buscou uma solução, ele propôs que os elétrons deveriam assumir órbitas elíptcas variadas dentro de um mesmo nível, com mesma energia, permitindo um “espectro de raias” na emissão de luz. Cada órbita recebeu o nome de subnível e, cada qual, foi identificado com uma letra: s, p, d ou f (letras relacionadas as palavras do inglês: sharp, principal, diffuse e fundamental;  visto a descriçao do comportamento de cada orbital).
Em 1924, o físico inglês Edmund Clifton Stoner(1889-1973) chegou ao número máximo de elétrons comportado por cada subnível:


s: 2 elétrons, p: 6 elétrons, d: 10 elétrons e f:14 elétrons.

Os Anos Rebeldes


Os Anos Rebeldes

A década de 60 caracterizou-se pela dominância de um espírito de contestação político-cultural, principalmente entre os jovens. Inconformados com a família, o governo e as injustiças sociais, os jovens disseram não ao estabelecido e tentaram criar um estilo de vida alternativo. Diversos grupos, entre eles artistas, estudantes, hippies, negros, homossexuais, feministas e esquerdistas saíram às ruas em todo o mundo para reivindicar mudanças.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o movimento negro, impulsionado por lideres como Martin Luther King _ assassinado em 1968; alcançou vitórias como o fim de leis racistas que negavam o direito de voto às minorias étnicas.
A Europa, o movimento estudantil manifestava sua rebeldia contra a opressão dos governantes, a miséria, a exploração do trabalho, a corrida nuclear das grandes potencias e outros. Já o movimento hippie, pregava um certo retorno à vida simples, despojada, natural e a construção de uma sociedade de paz e amor.
O Brasil foi invadido pelo mesmo espírito questionador. Em 1967, com o tropicalismo de Caetano Veloso e Gilberto Gil , os jovens brasileiros proclamaram que é proibido proibir. No mesmo ano, José Celso Martinez Correia(teatrólogo), Chico Buarque de Holanda(escritor e compositor) e Glauber Rocha(líder do Cinema Novo) entre outros, reagiram ao movimento político nacional com uma arte politicamente engajada.
Em 1968, o movimento estudantil se espalhou por todo o país sofrendo pressão do governo.



Algumas imagens que se tornaram ícone dos Anos Rebeldes:






Algumas imagens que se tornaram ícones da atualidade:









 



Revolução Cubana:
  Sendo uma das últimas nações a se tornarem independentes no continente americano, Cuba proclamou a formação de seu Estado independente sob o comando do intelectual José Marti e auxílio direto das tropas norte-americanas. A inserção dos norte-americanos neste processo marcou a criação de um laço político que pretendia garantir os interesses dos EUA na ilha centro-americana. Uma prova dessa intervenção foi a criação da Emenda Platt, que assegurava o direito de intervenção dos Estados Unidos no país.
De fato, ao longo de sua história depois da independência, Cuba sofreu várias ocupações militares norte-americanas, até que, na década de 1950, o general Fulgêncio Batista empreendeu um regime ditatorial explicitamente apoiado pelos EUA.
Nesse tempo, a população sofria com graves problemas sociais. Ao mesmo tempo, o governo de Fulgêncio ficava cada vez mais conhecido por sua negligência com as necessidades básicas da população e a brutalidade com a qual reprimia seus inimigos políticos. Foi nesse tenso cenário que um grupo de guerrilheiros se formou com o propósito de tomar o governo pela força das armas.
Sob a liderança de Fidel Castro, Camilo Cienfuegos e Ernesto “Che” Guevara, um pequeno grupo de aproximadamente 80 homens se espalhou em diversos focos de luta contra as forças do governo. Entre 1956 e 1959, o grupo conseguiu vencer e conquistar várias cidades do território cubano. No último ano de luta, conseguiram finalmente acabar com o governo de Fulgêncio Batista e estabelecer um novo regime pautado na melhoria das condições de vida dos menos favorecidos.



   

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Evolução dos modelos atomicos





Dalton
Modelo de Dalton: átomos vistos como esferas minúsculas, rígidas e indestrutíveis. Todos os  átomos de um elemento são idênticos.
















Thomson 
Modelo de Thomson: o átomo era considerado como um tipo de fluido com uma distribuição esférica contínua de carga positiva onde se incrustavam um certo número de elétrons, com carga  negativa, o suficiente para neutralizar a carga positiva












Rutherford

Numa minúscula região de seu interior estaria concentrada toda a carga positiva, responsável pelo desvio de um pequeno número de partículas alfa.
Distante dessa região, chamada núcleo, circulariam os elétrons. Isso convenceu Rutherford de que o átomo deveria ser um sistema semelhante ao solar: um núcleo central grande, rodeado de partículas móveis. Esse é o famoso modelo atômico de Rutherford.














Modelo clássico
O modelo atômico clássico é constituído de um núcleo, onde se encontram os prótons e nêutrons, e de uma eletrosfera, onde estão os elétrons orbitando em torno do núcleo.


Fonte:http://www.vestibulandoweb.com.br/quimica/teoria/modelo-atomico.asp




Principais características do átomo
Adotando-se como padrão a massa do próton, observou-se que sua massa era praticamente igual à massa do nêutron e 1836 vezes mais pesada que o elétron
Próton:  Possui  carga  elétrica  positiva.
Nêutron:  É  eletricamente  neutro.
Elétron:  Possui  carga  elétrica  negativa.
A  massa  do  nêutron  é  apenas  ligeiramente  maior  que  a  do  próton;                                     A  massa  do  próton é  cerca de  1.836  a  1.837  vezes  maior  que  a  massa  do elétron;
A  massa  do  nêutron  é  cerca de  1.838  a 1.839  vezes  maior  que  a  massa  do  elétron.
O  átomo  de  qualquer  elemento  contém  no  seu  núcleo  prótons  e  nêutrons.  A  soma  da  quantidade  dos  prótons  e  nêutrons  do  núcleo  é  que  determina  a  massa  do  átomo. A  quantidade  de  elétrons  orbitais  é  igual  à  quantidade  de  prótons  do  átomo.


Fonte:http://soft.eng.br/conhecerdeus/o_atomo_02.html


Elemento químico
Elemento Químico pode ser definido como um conjunto formado por átomos de mesmo número atômico (Z). Eles são representados por símbolos adotados de acordo com critérios internacionais, sendo que esses símbolos são reconhecidos em qualquer língua ou alfabeto.


Fonte:http://www.brasilescola.com/quimica/elementos-quimicos.htm


Química e saúde(elementos químicos do corpo humano)
Dos quase 100 elementos químicos que existem na natureza – 91 para ser  mais exato -, apenas 21 fazem parte do corpo humano. Sendo que mais de 60% da massa do nosso corpo é de oxigênio.


Temos 95% da massa do nosso corpo formado por 4 elementos: oxigênio, carbono, hidrogênio e nitrogênio. Os outros elementos apresentam em quantidade bem  menores, mas não são menos importantes, para o funcionamento do corpo.
Existem também elementos do tipo “penetras”, que entram em nosso corpo mas não desenvolvem nenhuma função útil. O alumínio é um dos mais comuns. Traços deste elemento entra em nosso corpo através do uso das panelas na hora de cozinhar os alimentos. São eliminados pela urina, em poucas horas ou dias. Muitos dos elementos “penetras”,  são perigosos como é o caso dos metais pesados (Chumbo, mercúrio, etc). Estes entram no corpo e não são eliminados podendo  (dependendo da quantia) desencadear graves doenças.


Fonte:http://www.agracadaquimica.com.br/index.php?&ds=1&acao=quimica/ms2&i=9&id=470





quinta-feira, 2 de junho de 2011

A Ascensão do fascismo na Europa





















O que é fascismo
Trata-se de uma doutrina totalitária de extrema-direita desenvolvida por Benito Mussolini na Itália, a partir de 1919, e durante seu governo. Fascismo deriva de fascio, nome de grupos políticos ou de militância que surgiram na Itália entre fins do século XIX e começo do século XX; mas também de fasces, que nos tempos do Império Romano era um símbolo dos magistrados: um machado cujo cabo era rodeado de varas, simbolizando o poder do Estado e a unidade do povo. Os fascistas italianos também ficaram conhecidos pela expressão camisas negras, em virtude do uniforme que utilizavam.   Fascismo Italiano A palavra fascismo adquiriu o significado de qualquer sistema de governo semelhante ao de Mussolini, o qual exalta a nação e muitas vezes a raça acima do indivíduo, embora de forma não tão explícita como no nazismo e usa da violência, de modernas técnicas de propaganda e    censura para suprimir pela força a oposição política, emprega uma arregimentação econômica e social severa,    e sustenta o nacionalismo e por vezes a xenofobia (nacionalismo étnico), tendo em conta que se privilegia       preferencialmente os nascidos no próprio país, desenvolvendo-se dessa forma uma certa apatia para com os imigrantes. De acordo com o doutrinário do libertarianismo David Nolan (Nolan chart), o "fascismo" ocupa um lugar no espectro político como um equivalente capitalista ao comunismo, sendo um sistema que apoia a liberdade "econômica" mas ao mesmo tempo constrito pelos seus controles sociais de tal forma que ele se torna virtualmente indistinguível do totalitarismo. Um artigo da Enciclopedia Italiana de 1932, escrito por Giovanni Gentile e atribuído a Benito Mussolini, descreve o fascismo como um sistema no qual "o Estado não apenas é autoridade que governa e molda as vontades individuais com leis e valores da vida espiritual, mas também poder que faz com que a sua vontade no estrangeiro prevaleça. ...Para o fascista, tudo está dentro do Estado e ... nem indivíduos ou grupos estão fora do Estado... Para o Fascismo, o Estado é um absoluto, perante o qual os indivíduos ou grupos são apenas algo de relativo''. Em um discurso proferido dia 28 de outubro de 1925, Mussolini disse a frase que define concisamente a filosofia do fascismo: "Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato" ("Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado").
 - Totalitarismo:o sistema fascista era antidemocrático e concentrava poderes totais nas mãos do líder de governo. Este líder podia tomar qualquer tipo de decisão ou decretar leis sem consultar políticos ou representantes da sociedade. 





 - Nacionalismo: entre os fascistas era a ideologia baseada na ideia de que só o que é do país tem valor. Valorização extrema da cultura do próprio país em detrimento das outras, que são consideradas inferiores.




 - Militarismo: altos investimentos na produção de armas e equipamentos de guerra. Fortalecimento das forças armadas como forma de ganhar poder entre as outras nações.  Objetivo de expansão territorial através de guerras.




 - Culto à força física: Nos países fascistas, desde jovens os jovens eram treinados e preparados fisicamente para uma possível guerra. O objetivo do estado fascista era preparar soldados fortes e saudáveis.

domingo, 29 de maio de 2011

Ásia

Aspectos climáticos
 Clima Siberiano (extremo norte da Ásia): temperatura baixíssimas, presença de tundra ao norte, taiga no centro e estepes ao sul.
- Clima Mediterrâneo (Ásia Menor): verões quentes e secos e invernos com muita chuva.
- Clima Desértico (Síria, Arábia, Índia e Irã): regiões com temperaturas elevadas durante o dia e frias à noite. Regiões áridas com baixo índice pluviométrico (chuvas).
- Clima de Monções (Ásia Oriental e Meridional): inverno seco e verão extremamente chuvoso.

Vegetação

Tundra - O termo Tundra deriva da palavra finlandesa Tunturia, que significa planície sem árvores. É o bioma mais frio da Terra. Alguns cientistas consideram existir dois tipos de tundras: Tundra Ártica e Tundra Alpina. A principal diferença entre elas é a razão pela qual são tão frias. A primeira é pela sua localização geográfica, mais concretamente pela latitude, enquanto que a segunda é devido ao fato de se encontrar tão afastada da superfície da Terra. Também a capacidade de drenagem do solo é diferente, sendo maior na Tundra Alpina. No entanto, são muito parecidas.

Estepes - São formações vegetais de planície, sem árvores, com uma vegetação herbácea como as pradarias, porém mais esparsa e ressecada. Surge em climas semi-áridos, portanto na faixa de transição de climas úmidos (temperados ou tropicais) para os desertos. Pode ser semidesértica, ou coberta de gramíneas e arbustos, dependendo da estação do ano. O termo também é usado para descrever aspectos do clima dessas regiões, muito seco para permitir a existência de florestas, mas não tão seco a ponto da desertificação.



Vegetação Mediterrânea

Ocorre nas áreas de clima mediterrâneo. Nas áreas de maior altitude, onde os níveis de precipitação são maiores, há desenvolvimento de florestas, principalmente de cedro e pinho. Em áreas mais secas, de menor altitude, há predominância de vegetação arbustiva.

Apresentam verões muito quentes e secos e invernos amenos e chuvosos. As maiores ocorrências estão no sul da Europa e no norte da África. Trata-se de uma vegetação esparsa, que possui três estratos: um arbóreo, um arbustivo e outro herbácea. Possui características xerófilas, e as duas formações dominantes são os garrigues e os maquis.

Diversidade no quadro humano

Além de ser o maior continente do mundo, abriga cinco dos dez países mais populosos do planeta, são eles:
- China (1,3 bilhões habitantes),
- Índia (1,1 bilhão),
- Indonésia (234 milhões),
- Paquistão (169 milhões),
- Bangladesh (150 milhões),
- Japão (127 milhões).
O produto da soma de todos os paises citados representa, aproximadamente, 60% do total da população do planeta.

As principais religiões seguidas no continente são: islamismo, hinduísmo e budismo. 


diversidade étnica



Vários séculos de invasões e migrações fizeram da Ásia Central uma grande mistura étnica. Revelam uma diversidade cultural muito grande, e, de caras diferentes, desde turcos, eslavos, chineses, médio oriente, medite.
Antes da Revolução Russa de 1917, antes dos russos chegaram à região, as pessoas classificavam-se entre eles ou como nômades ou como sedentários, como turco ou persa, ou mesmo só como muçulmano, sendo a região um factor que chegava para classificação de pessoas. Os russos mudaram isto, e com ordens de Estalin, foram classificados grupos etnicos diferentes, criando uma futura repressão étnica e um certo racismo entre os povos da região. Apesar da criação de vários problemas obvios, os cazaques e os quirguis deves aos russos a sua sobrevivência e a sua independência presente como estado.


densidade demográfica

Veja no mapa a densidade demográfica da Ásia

Países mais populosos e povoados da Ásia


o maior continente do mundo, abriga cinco dos dez países mais populosos do planeta, são eles:
- China (1,3 bilhões habitantes),
- Índia (1,1 bilhão),
- Indonésia (234 milhões),
- Paquistão (169 milhões),
- Bangladesh (150 milhões),
- Japão (127 milhões).
O produto da soma de todos os países citados representa, aproximadamente, 60% do total da população do planeta. 

E os mais povoados:

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Entre guerras: Era dos contrastes

Os Estados Unidos



O período Entre Guerras é o período entre a 1ª e a 2ª Guerra Mundial. Na década de 20 foi um momento de crescimento mundial nos Estados Unidos a qual havia recursos naturais e força de trabalho que garantiram a propulsão da economia mundial. Nesse tempo houve a tal chamada linha de montagem idealizada por Taylor e Ford que foram as bases do trabalho em série nas indústrias, mas mesmo assim não houve consumidores suficientes para tantas novidades, e desse modo, levou a uma crise de superprodução por não ter consumidores com capital suficientes para o mercado industrial, isto tornou as indústrias falidas, desemprego em massa e muita pobreza e desespero. 

Alterações no código social e moral

Passada a guerra vive-se uma época de euforia. Surgem alterações no código social e moral, na moda, nas artes, nas ciências, nos costumes e tradições. A rádio, a imprensa, a industria discográfica e o cinema contribuíram para o aparecimento de uma cultura de massas(acessível à maioria da população).
 No período entre 1920-30 verificaram-se grandes transformações nas sociedades do mundo ocidental. Para essas transformações contribuíram:
  • as transformações econômicas decorrentes da 1ª Guerra Mundial;
  • a crescente igualdade de direitos entre homens e mulheres;
  • a extensão do direito de voto a todos os cidadãos, incluindo as mulheres;
  • a democratização do ensino com a frequência da escolaridade básica para um número cada vez maior de pessoas;
  • o crescimento do sector terciário, principalmente os serviços.
Como consequência deste conjunto de mudanças as desigualdades sociais diminuíram o que contribuiu para o crescimento das classes médias. Estas eram constituídas pela média burguesia (comerciantes e industriais) e por profissionais liberais (médicos, juristas, professores…).
As classes médias ganham cada vez mais um peso decisivo, ao nível económico, como também nos aspectos sociais e culturais. Criaram um novo código social e moral, novos modelos, novas modas, e novos mitos que marcaram o sec. XX.
Na década de 1920 “Loucos Anos 20” verificaram-se alterações nos comportamentos sociais e nos valores morais, sendo o vestuário, a moda e as formas de lazer, os aspectos mais visíveis dessas alterações.
A moda passou a ser mais determinada por considerações de ordem prática, abandonando o aspecto formal e sóbrio anterior.
A par da moda, também os movimentos de luta das mulheres pela igualdade de direitos em relação aos homens, contribuíram para uma nova imagem da mulher na sociedade.
A defesa da igualdade e o desejo de afirmação das mulheres era visível nas transformações da moda. Roupas mais práticas, as saias subiram até ao joelho e os cabelos eram curtos.
As mulheres passaram a trabalhar fora de casa e a freqüentar locais públicos.
Bolsa de valores e mercado de ações
As bolsas de valores são locais onde são negociados os títulos emitidos por empresas sejam elas com capitais públicos, mistos ou privados. 
Apesar de que atualmente devido à globalização, não existem mais empresas com capitais 100% públicos, ou seja, empresas que são 100% do governo seja ele federal ou estadual ou municipal.
A bolsa de valor centraliza as operações do chamado mercado capital, podemos fazer uma analogia a uma feira onde ao invés de vermos vendedores oferecendo verduras, frutas e legumes são negociados ações de compras ou vendas. 
Estas ações são títulos que representam pequenas parcelas de uma companhia (empresa). 
Neste caso, ao comprar uma parte destas ações, o comprador torna-se um pouco dono da empresa, sendo assim passa a ter direito aos lucros obtidos da empresa. Mas, vale lembrar que as ações correspondem à milionésima partícula da empresa, ou seja, representam uma porcentagem bem baixa da ação da empresa, sendo assim o comprador não poderá opinar diretamente nas questões da empresa, ao menos que ele compre uma porcentagem significativa.
A Bolsa de Valores também negociam debêntures, ou seja, um título emitido para obtenção de empréstimos em longo prazo, neste caso ao adquirir debêntures você estará fazendo um empréstimo à determinada empresa que garantirá o pagamento através da hipoteca de seu patrimônio.
As principais bolsas de valores do mundo são: Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de Chicago, Bolsa de Frankfurt. 

A quebra de 1929:depois da euforia a grande depressão


Em 1929 para piorar a situação do capitalismo as Bolsas de Nova York quebraram, a chamada a Grande Depressão e houve muitos americanos que ficaram pobres que comeram somente batatas doadas pelo governo. Para superação da Crise houve um Plano criado pelo economista Keynes chamado de New Deal que foi a Era do Pleno Emprego, o governo passou a financiar a agricultura e as indústrias falidas, criação de empregos como fazer estradas, a infra-estrutura dos Estados Unidos da América.